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Trabalho rejeita avaliação de imóveis por corretores

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A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público rejeitou por unanimidade, na quarta-feira (20), o Projeto de Lei 2992/08, do deputado Vander Loubet (PT-MS), que dá oficialmente aos corretores a função de avaliar imóveis.

O projeto amplia as atribuições dos corretores previstas na Lei 6530/78. Atualmente, compete a esses profissionais intermediar a compra, venda, permuta e locação e opinar quanto à comercialização das unidades.

Desvirtuamento 

O relator Eudes Xavier (PT-CE) apresentou parecer pela rejeição da proposta. Segundo ele, a crise financeira mundial começou exatamente com um desvirtuamento das avaliações mercadológicas de imóveis

De acordo com Eudes Xavier, os corretores enfrentariam um impedimento de natureza ética: "Há um evidente conflito de interesses entre avaliar bens de terceiros e comercializá-los com base nas avaliações feitas", explicou. 

O relator lembrou que os atuais avaliadores não recebem comissões sobre as vendas: "Os profissionais que hoje calculam esses valores [dos imóveis] seguem critérios técnicos e realizam avaliações científicas, de maneira fundamentada, com isenção e objetividade." 

Ele disse que os corretores não têm formação específica para a atividade, que requer conhecimentos relativos ao estudo das instalações, ao aproveitamento eficiente dos terrenos e às restrições impostas pelas leis de uso do solo. 

Competência 

O autor do projeto argumentou que pretende tornar mais claro o texto da lei, pois segundo ele a competência para a avaliação é um assunto controverso. "Parece lógico que, dentro da competência para opinar sobre a venda, está a de avaliar o imóvel", disse Vander Loubet.

Ele contestou a interpretação de que apenas engenheiros e arquitetos podem executar esse trabalho. 

Tramitação 
O projeto segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Se for aprovado por ela, será votado no Plenário da Câmara.
 
Fonte: Câmara dos Deputados 


(7 Votes)

 

Comentários  

 
+9 #1 José Ruiz 2009-05-25 06:47 Mais um projeto de lei em prol dos corretores de imóveis barrado no congresso nacional. Os argumentos do relator revelam, no mínimo, uma completa falta de assessoria sobre o assunto, o que, para mim, significa, também, ausência total de discussão sobre o tema, ou uma discussão elitizada que não ouviu argumentos de quem realmente conhece o assunto.

Segundo o relator, crise financeira mundial começou exatamente com um desvirtuamento das avaliações mercadológicas de imóveis. O que é isso, companheiro?? A avaliação mercadológica, como o nome já diz, reflete a disposição do mercado em pagar um bem. Não são os corretores de imóveis que determinam isso. Aliás, independente do ponto de vista de qualquer um, seja corretor de imóveis, engenheiro, arquiteto ou o papa, o mercado se regula por uma lei básica, chamada de “oferta e demanda”. O que gerou a crise nos Estados Unidos foi a ganância dos bancos junto com a falta de regulamentação para empréstimos, coroada pela recompra de títulos podres. Caramba!! Não tinha ninguém para explicar isso para o deputado??

Por outro lado, dizer que os corretores de imóveis enfrentariam um impedimento de natureza ética na avaliação de imóveis, reflete uma completa falta de conhecimento do mecanismo de avaliação, compra e venda de um imóvel. Quem disse que o corretor que vai avaliar é o corretor que vai vender?

No que diz respeito à afirmação de que “Os profissionais que hoje calculam esses valores [dos imóveis] seguem critérios técnicos e realizam avaliações científicas, de maneira fundamentada, com isenção e objetividade”, cabe lembrar, primeiro, que não existe avaliação científica que resista à avaliação de mercado. Não adianta ninguém afirmar que construiu uma casa na favela com piscina, acabamento de luxo, 4 vagas na garagem, etc., ao custo de R$ 1 milhão porque não vai vender a esse preço. Pode jogar todos esses dados no lixo e partir para avaliação de mercado, e o mercado não gosta de comprar casas na favela…

Segundo, quem disse que avaliação de imóveis feita por corretor de imóveis não segue critérios técnicos e avaliações científicas? Seria obra do Espírito Santo, talvez? (aliás, o que seriam essas “avaliações científicas”?). A avaliação de imóveis expedita é feita através da comparação de preços de imóveis na mesma região e com o mesmo padrão construtivo, considerando aspectos como localização, tamanho e forma do terreno, infra-estrutura urbana e mais um monte de critérios… Devidamente tabulados, tira-se a média e o desvio padrão das amostras para chegar ao valor do imóvel… isso é técnico? Ou é subjetivo?

Com relação à formação técnica dos corretores, vale lembrar que existe um curso específico e um cadastro nacional de avaliadores de imóveis (corretores). Por outro lado, vale ressalvar que o objetivo da avaliação de imóveis aqui discutido é orientar as pessoas sobre o valor real de um patrimônio. Nenhum outro critério, por mais “científico” que seja, sobrepõe a definição de quanto o mercado paga por um determinado imóvel. Certamente o próprio deputado, se algum dia prescindir da informação, contratará um engenheiro para fazer a tal “avaliação científica” mas depois vai perguntar para um corretor se o mercado paga mesmo aquele preço (ou mais, ou menos), porque, no frigir dos ovos, o que conta efetivamente é quanto de dinheiro vai para o bolso dele ao se desfazer do patrimônio.

E para fechar o comentário, lamento que este tipo de discussão não chegue às bases. É como discutir o aborto sem perguntar para as mulheres o que realmente elas pensam disso, ou discutir jornada de trabalho sem nunca ter apertado a mão de um trabalhador. É complicado imaginar um congresso que tenta legislar tão distante do povo, o principal objetivo da sua existência.
Citação
 
 
+7 #2 Thomas Govier 2009-05-26 14:35 Corretíssima a abordagem do José Ruiz. O fato é que os engenheiros possuem um lobby muito forte para manter o cartel sobre a avaliação imobiliária. Quem tem que avaliar é quem entende do Mercado Imobiliário, quer seja Corretor ou Engenheiro.

Em outros países não é necessário ser Engenheiro para fazer avaliações, mas é importante poder comprovar conhecimentos - sou favorável a algum sistema de credenciemento ou entidade supervisora, e curso dirigidos. Quem inventou a profissão de avaliador foram os ingleses, e eles espalharam essa profissão ao redor do mundo com a expansão de empresas como Richard Ellis (agora CBRE) e Jones Lang Wooton (agora Jones Lang LaSalle), cujos profissionais são credenciados pela RICS, Royal Institution of Chartered Surveyors. Veja bem, a RICS não credencia avaliadores, credencia Profisionais de Imobiliária, ou seja, corretores também, corretores bem formados. A RICS define a availação como uma arte, não como uma ciência!
Comentário continua…
Citação
 
 
+6 #3 Thomas Govier 2009-05-26 14:36 continuação…
Sr Ruiz fez a pergunta certa: o que vem a ser uma avaliação científica? Com a expressão "avaliação científica" ou "avaliação técnica", os engenheiros conseguem enganar/impressionar os juízes leigos. Não seria muito difícil para um matemático comprovar a inutilidade de análises científicas/estatíticas na grande maioria das avaliações. O nível de erro é muito grande. A maioria das avaliações somente tem entre 4 e 6 amostras comparativas que são realmente comparativas, e não se faz estatística com 5 amostras. Não dá para fazer "ciência" com 5 amostras comparativas. Além disso, em muitas avaliações não é possível encontrar amostra alguma, e neste caso o único que pode assinar em baixo da avaliação é quem conhece o mercado.
continua…
Citação
 
 
+5 #4 Thomas Govier 2009-05-26 14:48 continuação…
Afirmo que na grande maioria das avaliações não é possível atingir o Rigor Normal, no máximo expedito. A Tabela de Homogeneização que os avaliadores usam é uma ferramenta bacana para comparar imóveis e fazer o avaliador fazer uma auto-argumentação sobre o objeto da avaliação, mas não há nada alamente científico numa Tabela de Homogeneização. E veja que um avaliador da RICS raramemente faria uso de tal tabela
Citação
 
 
-1 #5 Airton R. Nogueira 2009-06-12 21:39 Boa noite,colegas corretores de imóveis,para pacificar este entendimento sobre a avaliação imobiliaria,ten ho uma sugestão bem clara,quando os profissionais que se diz detentor do Direito de fazer avaliação,faz todo o trabalho dele,este nos procura para saber o valor mercadológico do imóvel objeto da avaliação.Para o solução do equívoco,temos que cobrar deles engenheiros e arquitetos o valor de no mínimo de 50% por cento ,do valor cobrado do serviço por eles executado da avaliação técnica,porque a nossa avaliaçao mercadológica é o coraçaõ ou seja o cerne de todo o serviço deles;sem o corretores eles jamais concluirão o "serviço! que por sinal eles são bem remunerados para tal.Após essa exigencias financeira dos mesmos,também ser obrigatório a assinatura do corretor juntamente com a do engenheiro,no Laudo de avaliaçao.Só assim colocaremos um ponto final nessa Discussão.Gratos Airton Rodrigues Nogueira- Avenida seis de maio-1113-centro- Ji-Paraná-Estado de Rondônia 0**.3422-1414 Citação
 
 
-5 #6 Jayme Marden 2009-08-27 07:57 É cada uma… Se o Ruiz não sabe o que é uma avaliação científica não deveria nem intitular-se de avaliador… Quanto a casa de 1 milhão na favela, vc já ouviu falar de outlier? Provavelmente não… De estatística (fundamentação básica pra avaliação científca) só deve conhecer de média e desvio padrão e olhe lá! Citação
 
 
+5 #7 José Ruiz 2009-08-27 14:37 Jayme Marden: O imóvel de 1 milhão na favela, citado acima, não tem nada a ver com variação de amostragem. Ele foi usado como o exemplo de uma avaliação “científica” pelo método evolutivo (custo de reprodução) e qualquer corretor sabe que não vai vender por aquele preço. Por exemplo, há uns 4 anos atrás eu tive um cliente que construiu uma mansão em uma região de praia próximo à Fortaleza. A casa ficava em um terreno de 4.000 m2, tinha cerca de 600 m2 construídos, piscina p/ adultos, piscina para crianças, sauna, churrasqueira, garagem para mais de 6 carros. A entrada da casa parecia a de um palacete: palmeiras imperiais, estatuetas diversas, etc. Pois bem, um engenheiro foi lá e avaliou o imóvel em R$ 1.200.000. Eu, um reles corretor, fui lá e disse a ele que desse graças a Deus se vendesse o imóvel por R$ 400 mil. Ele não gostou nem um pouco (e deve ter até comentado meu parecer com o engenheiro que talvez tenha comentado: esses caras não sabem o que é uma avaliação científica. Um ano depois ele ligou para mim, pedindo que eu tentasse vender o imóvel por R$ 400 mil, o que eu só consegui cerca de 1 ano após, depois de apresentar o imóvel para vários clientes. Sabe porque funciona assim? Porque eu conhecia o mercado, eu sabia que a região era derrubada, havia perspectiva de crescimento e oferta em outras áreas, sabia que os cearenses não comprariam o imóvel, que era grande de mais e não atendia a vocação da região e que os investidores estrangeiros tinham outros objetivos de compra. Parece simples, não? No final o que conta mesmo é conhecer o mercado. É dinheiro na mão.

Para finalizar, eu prego que as avaliações imobiliárias deveriam ser atribuição dos corretores de imóveis, que são os que realmente conhecem o mercado, mas não sem treinamento e não de maneira exclusiva, ou seja, nas situações que requeiram, inclusive por desejo do cliente, contrate-se um engenheiro. O pouco conhecimento de estatística que eu tenho eu obtive no Instituto de Exatas da Universidade de Brasília. E o seu?
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+1 #8 Kelviany 2009-09-20 06:20 Ola parceiros!!!
Para mim, inciante na área imobiliária, como corretora e avaliadora, é enriquecedor ver esse debate, pois me dá mais vontade de me especializar no assunto.
Desejo boa sorte a todos.
Sr. José Ruiz. Sou de Fortaleza também. Abraço!
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0 #9 Jayme Marden 2009-10-01 09:50 Sr. Ruiz, Convenhamos que esse caso da mansão de fortaleza foi um caso a parte e o engenheiro que avaliou não levou em consideração variáveis siginificativas como liquidez de venda e mercado predominante, ou seja, uma "ratada". No que tange avaliações existe norma técnica pra isso (NBR 14653) e como toda norma técnica, na ausência de legislação, tem força de lei! E como todos sabem, ou deveriam saber, as NBR só podem ser utilizadas por profissionais habilitados que, no caso, profissional habilitado entenda-se por engenheiros, arquitetos e agrônomos. Defendo que os corretores são importantíssimo s no mercado e que ajudam bastante (claro que pagos em troca) no trabalho de avaliações.
E gente… Corretor é a parte interessada do negócio como ele pode avaliar?
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+1 #10 Jayme Marden 2009-10-01 10:08 PS.: Como uma pessoa bem formada como o Sr, duvido que acredites que a instituição onde estudou garante seu conhecimento, mas se quer saber… Estudei na federal de Alagoas e fiz um cursinho básico de estatística no Instituto Militar de Engenharia Citação
 
 
+2 #11 José Ruiz 2009-10-01 12:09 Jayme disse: “…(NBR 14653) e como toda norma técnica, na ausência de legislação, tem força de lei! E como todos sabem, ou deveriam saber, as NBR só podem ser utilizadas por profissionais habilitados que, no caso, profissional habilitado entenda-se por engenheiros, arquitetos e agrônomos…” Ah… é isso aí, é uma questão de lei. Até não muito tempo atrás, toda manifestação perante a justiça tinha que ser feita através de advogado. Era a lei. A criação dos tribunais de pequenas causas mostrou que qualquer cidadão tem capacidade de se dirigir à justiça sem a necessidade de um advogado. É a prática. Muitas vezes a lei assume um caráter corporativista… que é justamente o que está sendo discutido aqui..

Á propósito, a sua afirmação “duvido que acredites que a instituição onde estudou garante seu conhecimento” está corretíssima, realmente eu não acredito. Em qualquer lugar encontraremos pessoas mais ou menos capazes. Mas veja que nem a instituição garante o conhecimento, nem o título tampouco. Captou?

Não quero aqui dizer que dá na mesma o cidadão ter se formado em engenharia ou ter feito um curso de TTI. Por favor… Também não dá para comparar os conhecimentos de um cidadão comum com os de um advogado no que tange a legislação. Lá e cá as diferenças são gigantescas. Mas tem muito “mestre de obra” por aí que dá show em engenheiro, assim como tem técnico de tribunal que dá aula para advogado. Quem é pai sabe muito bem quando receitar um Luftal para o filho… e por aí vai…

Em nosso caso, com certeza um corretor (que já não seja um engenheiro, claro) não vai conseguir fazer o projeto de um prédio. Mas avaliar um apartamento ele consegue, inclusive com as normas que você citou acima (é só ensinar).

Com relação ao fato do corretor ser parte interessada no negócio, eu vou repetir: não funciona assim. O corretor que avalia não é o corretor que vende. Via de regra, quando a avaliação está em pauta, é um processo que ou antecede um planejamento de venda ou é informação exigida em juízo. O cliente paga para ter aquela avaliação (normalmente 1 salário mínimo).

Quando o cliente vai vender e dá a exclusividade para o corretor, a avaliação é gratuita (essa nós não estamos discutindo). Quando o cliente vai vender e não dá exclusividade para o corretor, nem tem avaliação: normalmente o dono põe o preço que quer (e acredite, tem muito proprietário por aí que sabe direitinho quanto vale seu imóvel, mesmo sem ter passado na porta de qualquer faculdade).
Citação
 
 
-2 #12 Jayme Marden 2009-10-13 06:58 Sr. Ruiz

Sua afirmação de que há outros profissionais que dão show em outras áreas não pode estar mais correta, mas não dá pra comparar avaliação de imóveis com receitar um Luftal ou ir ao tribunal de pequenas causas sem advogado. Desse modo você está banalizando o trabalho de avaliação de imóveis, quanto a ensinar as normas, tudo bem, não vejo problema, mas as normas não são feitas para leigos. Se existisse NBR pra transplante de coração, tenho certeza que um enfermeiro pode ser doutor nela… Mas executar o serviço só o médico é habilitado. Outro detalhe é a Anotação de Responsabilidad e Técnica que, como o nome já diz, garante que o trabalho possui um responsável. Mas já que o senhor fez algumas comparações eu faço a minha, Corretor avaliando imóvel é como um motorista sem carteira, ele pode até saber o que está fazendo, mas está em exercício ilegal.
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0 #13 oquendo 2009-12-18 08:03 Primeiramente Boa Tarde a Todos!
Quanto a esse assunto que ainda vai dar muito oque falar,temos que levar em conta as atribuições de cada profissional, o engenheiro pode fazer uma avaliação tecnica que leva em conta varios aspectos,porem não deveria entrar em meritos como preço de negociação de um bem imóvel,afinal que base ou que conhecimento tem um engenheiro que não vive o dia a dia do mercado de imóveis,alias trabalho em uma grande imobiliaria do Rio de Janeiro e durante uma boa parte do dia atendo ligações de engenheiros solicitando que eu os ajude quanto a avaliação de um imóvel,pedem que lhes digam o preço praticado em determinada região,pedem endereços de imoveis para omparação e outros dados,porem se esquecem de alguns detalhes importantes como a documentação de determinado imóvel,por exemplo, que base tem um engenheiro para analisar uma documentação,qu e base tem um engenheiro para dizer se um imóvel em determinada região é vendavel ou não…
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+1 #14 oquendo 2009-12-18 08:05 …como pode um engenheiro ser responsavel pelo preço de um bem se ele não tem a minima ideia do preço de mercado para um engenheiro um imovel pode valer 100 mil ou 50 mil que para ele tanto faz pois não há quem fiscalize se a avaliação foi correta ou não.
Então aqui fica uma frase importante:
Preço quem tem capacidade e conhecimento para avaliar é o corretor de imóveis,analise estrutural e outras caracteristicas determinantes ficam por conta do engenheiro.
Conselho: O engenheiro visita o imóvel e faz um laudo tecnico de avaliação contendo seu parecer sobre o imóvel,encaminh ando para um corretor credenciado analisar e dar o preço final…
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+1 #15 Jayme Marden 2010-01-06 13:16 oquendo… Diz isso pra qualquer instituição financeira que peça avaliação de qualquer bem! Citação
 

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